segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Uniões poliafetivas: o novo vilão da moralidade brasileira

No início do século passado a sociedade não admitia outra forma de família, senão a proveniente do casamento. O divórcio era, então, o grande vilão a ser combatido em nome da moral desta nação.

Não se admitia tão pouco a união estável (ou concubinato, expressão da época). Era coisa de safado.

Depois, a união homossexual (ou homoafetiva) era considerada "coisa do demônio" e "antinatural".
 
Depois de sacramentada esta união pelo STF, que teve de dizer o óbvio, que se trata de uma entidade familiar com inexistência de proibição pela Constituição Federal e de acordo com o princípio da liberdade e da dignidade da pessoa humana, a sociedade brasileira precisa de um novo vilão a ser combatido.
 
Que sejam então as uniões poliafetivas.
Parece-me que o preconceito e a discriminação não tem limites e sempre precisa ser alimentado. O indivíduo nunca estará satisfeito ao se deparar com a felicidade de seu próximo.


Celito De Bona.
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